As 10 previsões para o Setor Florestal em 2026, por Marcelo Schmid


Para aqueles que não conhecem meu trabalho e estão vendo pela primeira vez as minhas previsões, lhes digo: não tenho bola de cristal, porém o Grupo Index está em contato diário com todo o mercado, levantando dados, fazendo análises, montando estratégias e conversando com os mais importantes empresários de nosso setor. Esse trabalho me credencia a “arriscar” algumas previsões sobre o que poderá acontecer no futuro próximo! A economia e o mundo dos negócios são dinâmicos, tudo muda dia após dia, por isso os fatos que suportam meus palpites podem se alterar rapidamente. Se isso acontecer e eu errar redondamente, fique à vontade para dar risada, comentar e zoar com a minha cara, afinal, a minha décima primeira previsão é: “Em 2026 eu estarei ainda mais próximo dos meus mais de 10 mil seguidores!” E essa previsão eu lhes garanto que vai se concretizar! Boa leitura! Segundo o Banco Mundial, teremos uma desaceleração geral da economia mundial em 2026: os países emergentes devem crescer 4,0% enquanto que em 2025, cresceram 4,2%. Se excluirmos desta lista a China (prevista para crescer 4,4%), a previsão cai para 3,7%. O Brasil neste cenário deverá crescer apenas 2,0% em 2026, após bater 2,3% no ano de 2025 (e superar a expectativa do Banco Central, de 2,0%). É ano eleitoral, né? Que medo! Tradicionalmente a economia oscila bastante em anos eleitorais, sobretudo se o atual presidente for candidato, o que pode interferir nas políticas fiscal e monetária de seu último ano de mandato. O comportamento do dólar (pra variar) derrubou as previsões de economistas em 2025, pois tivemos um movimento de fortalecimento do real ao longo do ano, causado sobretudo por fatores externos. Para 2026, especialistas apontam alta volatilidade da moeda americana (para variar, novamente) com tendências à desvalorização e manutenção na casa de R$ 5,50. Ano eleitoral, como já disse, é marcado por volatilidade econômica. A cada nova fofoca eleitoreira, o mercado dá um salto, às vezes de medo, às vezes de euforia. Esse não é um ambiente ideal para negócios. Os investidores nacionais são mais preocupados com questões políticas e econômicas de curto prazo: juros altos e baixo crescimento econômico. Por outro lado, o Grupo Index tem visto nos últimos meses um crescente interesse de investidores estrangeiros buscando negócios no setor florestal brasileiro, o qual deve continuar em 2026. A razão? Diferentemente do investidor nacional, o investidor estrangeiro busca olhar o longo prazo e se preocupa menos com as “lombadas” do caminho. Sabemos que o uso da madeira em longo prazo só irá crescer. Segundo a FAO, a demanda por produtos de madeira sólida e fibra celulósica, em substituição a materiais não renováveis, pode aumentar para 272 milhões de m³, até 2050. Em 2025 boa parte do setor florestal tomou (e continua tomando) uma surra por conta da imposição das tarifas norte-americanas. Acredito que essa situação será resolvida ao longo do primeiro semestre, dando vazão à uma demanda reprimida (ou melhor, uma “oferta reprimida”), impactando o preço da madeira e de ativos florestais. O limão chamado Europa, que surgia no horizonte como uma grande ameaça por conta de sua legislação anti-desmatamento, pode se tornar uma limonada com o acordo UE – Mercosul. A criação da maior área de livre comércio do mundo, com mais de 700 milhões de consumidores, poderá fazer com que as exigências anti-desmatamento da EUDR sejam revisadas, para não interferir no acordo. As exportações de produtos sólidos de madeira deverão se recuperar. A queda nas tarifas impostas pelo principal cliente, os Estados Unidos, aliada à demanda por madeira sólida deste mesmo país, promoverão um boom nos negócios! Oxalá! Independentemente do fim do tarifaço, as empresas abrirão mais a cabeça em 2026 para potenciais novos compradores, reduzindo assim o risco de colocar todos os ovos na cesta americana. O processo de abertura de novos mercados não é simples, porém pode compensar o risco (imenso) que assumimos ao depender de apenas um comprador. E a celulose? Mesmo com o aumento da produção local, a China importou volume recorde de celulose fibra-curta do Brasil em 2025 (celulose de Eucalipto) e o Brasil registrou recorde de produção e exportação. Esse cenário deve se repetir em 2026, porém o país deve diversificar destinos com destaque ao crescimento nos EUA (convém lembrar que a celulose brasileira está fora do tarifaço) e um possível aumento no mercado europeu, a partir do acordo UE-Mercosul (esse sim, abrange a celulose). Embora a indústria de celulose tradicionalmente seja a minha maior fonte de “breaking news”, diante do cenário econômico mundial e nacional, não espero nenhuma novidade em termos de novos players e/ou novas plantas no Brasil. Isso não quer dizer que não teremos nenhuma notícia bombástica! Temos hoje diversos projetos de novas fábricas nas mãos de grupos, alguns ainda sem clareza sobre a equação financeira do empreendimento e, do outro lado da mesa, grupos com apetite e dinheiro. Não me surpreenderia se em 2026 tivermos uma dança das cadeiras nos proprietários dos projetos. Ah! E quem não sabe porque eu chamo a celulose de “urso”, me procura após o expediente que eu conto a piada… Essa previsão você já sabia! Eu dei spoiler em dezembro! Estamos na segunda semana de janeiro e, somente nestes 15 primeiros dias de 2026, recebi três pedidos de proposta de estudo de mercado de biomassa em diferentes regiões do país. Qual é a razão de tamanho interesse? A biomassa é um combustível neutro em emissões de gases de efeito estufa. Em um mundo cada vez mais focado na descarbonização da economia, a biomassa sai de trás das cortinas para ocupar a posição central do palco! E nesse cenário, o principal segmento consumidor é, sem dúvida, o mercado de etanol de milho, cuja produção depende de uma fonte de calor externa: o nosso protagonista, a biomassa. Os números deste segmento impressionam: na safra de 2018/19 o Brasil produziu 0,8 bilhão de litros de etanol, enquanto que na safra 2023/24 esse número saltou para 8,2 bilhões de litros, ou seja, uma produção 10 vezes maior. Analistas
O cerco fechou: EUDR de um lado, tarifa dos EUA do outro. Sua operação está pronta?


O Brasil precisa transformar floresta em dado — ou será engolido pela nova ordem comercial. O setor florestal brasileiro está prestes a enfrentar o cenário mais hostil dos últimos 20 anos. A partir de 1º de agosto de 2025, os Estados Unidos aplicarão uma tarifa de até 50% sobre todos os produtos brasileiros, incluindo madeira, painéis e celulose. A justificativa foi política, mas o impacto será econômico — direto nas exportações de base florestal. Ao mesmo tempo, a EUDR já impõe novas regras para acesso à União Europeia: comprovação de que a madeira não veio de área desmatada após 2020, com geolocalização, documentos e evidências auditáveis. Um estudo publicado pela Wood Central estima que o Brasil pode perder até 38% do mercado europeu se não se adequar. Dois mercados. Duas pressões regulatórias distintas. Mas uma urgência comum: provar, com dados, que a floresta brasileira é legal, rastreada e sustentável. Transformar floresta em dado — e o dado em confiança Estamos em 2025. Não é mais sobre prometer sustentabilidade: é sobre entregá-la com precisão matemática. Isso significa coordenadas geográficas, históricos ambientais, autorizações legais, mapas, imagens de satélite — tudo vinculado a cada metro cúbico exportado. Mas não basta armazenar esses dados. É preciso garantir que eles sejam confiáveis, auditáveis e compartilháveis, com credibilidade internacional. É aí que entra o blockchain. Ao registrar cada etapa da rastreabilidade em uma camada imutável, o blockchain permite que o mercado — e as autoridades internacionais — verifiquem diretamente a origem e a legalidade da madeira, sem intermediários. A floresta digitalizada e tokenizada vira prova técnica — e escudo comercial. EyeForest + ForestTracker: rastreabilidade a chave do sucesso O EyeForest é a infraestrutura digital que conecta dados de campo, geointeligência, contratos e conformidade. Com o ForestTracker, exportadores florestais ganham uma solução completa para atender tanto à EUDR quanto às exigências ambientais americanas: A partir de um único sistema, é possível mostrar ao mundo — com prova técnica — que a madeira brasileira é legal, limpa e de origem rastreável. Quem digitaliza a floresta, controla o mercado O setor florestal brasileiro ainda pode liderar a nova economia verde — mas só se for rápido, transparente e tecnicamente robusto. O ForesTracker nasceu para transformar rastreabilidade em estratégia — e o blockchain é a camada que garante confiança nos dados, em qualquer mercado. Se você exporta produtos florestais, agora é o momento de estruturar a rastreabilidade da sua operação — com dados auditáveis, geolocalizados e prontos para enfrentar o mundo. Fale com a gente. Transforme sua floresta em dados. E seus dados, em contratos globais: https://conteudos.eyeforest.com.br/lp-eyeforest-artigos
Exportador, você tem os Dados Florestais que a Europa (EUDR) exige?


Transforme obrigações da EUDR em vantagem competitiva com rastreabilidade automatizada, validação por IA e tokens contratuais. A EUDR (Regulamento da União Europeia sobre produtos livres de desmatamento) será aplicada a partir de 30 de dezembro de 2025 para grandes exportadores, e 30 de junho de 2026 para pequenas e microempresas A lei exige que madeira, celulose e derivados exportados para a UE sejam comprovadamente livres de desmatamento, dentro da legalidade local e com due diligence rigorosa. A exigência não se limita a documentação tradicional. A UE exige: Quem ficar de fora deste requisito corre risco de bloqueio total no acesso ao mercado europeu. O que mudou com o adiamento? O adiamento é uma oportunidade: Como o ForesTracker se encaixa nisso? Dentro do ecossistema EyeForest, o módulo ForesTracker foi projetado para automaticamente: Com isso, sua empresa entra em conformidade até o prazo legal — e sai na frente, mostrando ao comprador europeu que seus dados não são apenas robustos, mas também competitivos e transparentes. Por que isso é estratégico hoje O adiamento não é desculpa para atraso — é um prazo para construir resiliência. Empresas que liderarem esse processo terão: O prazo conta contra quem ainda mantém controles manuais, reativos ou desintegrados. Está pronto para transformar a nova lei em oportunidade? Entre em contato com um de nossos especialistas: https://conteudos.eyeforest.com.br/lp-eyeforest Converse com nossa equipe e descubra como o ForesTracker, dentro do EyeForest, prepara sua operação com IA, blockchain e conformidade até 2025.
Exportador, você tem os Dados Florestais que a Europa (EUDR) exige?


Transforme obrigações da EUDR em vantagem competitiva com rastreabilidade automatizada, validação por IA e tokens contratuais. A EUDR (Regulamento da União Europeia sobre produtos livres de desmatamento) será aplicada a partir de 30 de dezembro de 2025 para grandes exportadores, e 30 de junho de 2026 para pequenas e microempresas A lei exige que madeira, celulose e derivados exportados para a UE sejam comprovadamente livres de desmatamento, dentro da legalidade local e com due diligence rigorosa. A exigência não se limita a documentação tradicional. A UE exige: Quem ficar de fora deste requisito corre risco de bloqueio total no acesso ao mercado europeu. O que mudou com o adiamento? O adiamento é uma oportunidade: Como o ForesTracker se encaixa nisso? Dentro do ecossistema EyeForest, o módulo ForesTracker foi projetado para automaticamente: Com isso, sua empresa entra em conformidade até o prazo legal — e sai na frente, mostrando ao comprador europeu que seus dados não são apenas robustos, mas também competitivos e transparentes. Por que isso é estratégico hoje O adiamento não é desculpa para atraso — é um prazo para construir resiliência. Empresas que liderarem esse processo terão: O prazo conta contra quem ainda mantém controles manuais, reativos ou desintegrados. Está pronto para transformar a nova lei em oportunidade? Entre em contato com um de nossos especialistas: https://conteudos.eyeforest.com.br/lp-eyeforest Converse com nossa equipe e descubra como o ForesTracker, dentro do EyeForest, prepara sua operação com IA, blockchain e conformidade até 2025.
Inventário Florestal por Satélite? Sim, com IA – e sem gastar uma fortuna em LiDAR


Se você já tentou fazer inventário florestal em escala, sabe como é difícil dormir em paz com um mapa que muda todo dia e uma planilha que custa mais que o terreno. O sonho? Ter um inventário florestal completo, preciso, confiável… e que não custe os olhos da cara. O pesadelo? Chama-se LiDAR. LiDAR: caro, limitado e nem sempre certo Apesar do glamour high-tech, o LiDAR ainda custa caro. Em média, de R$ 15 a R$ 50 por hectare, fora a operação logística e a dependência de condições climáticas. E nem sempre entrega o que promete. Estudos recentes* apontam que o LiDAR pode apresentar erros sistemáticos de até 30% em estimativas de volume em áreas de florestas tropicais ou de difícil acesso, especialmente quando o modelo digital do terreno (DTM) é mal calibrado. E quando se trata de florestas jovens, talhões mistos ou regiões com rebrota? A acurácia despenca. E o tempo de entrega… bem, nem o pinus espera tanto para crescer. *Fonte: Wulder et al. (2023) – Journal of Forest Inventory & Planning | Baccini et al. (2022) – Remote Sensing of Environment Satélite resolve? Sim… e não. Satélite tem o alcance. Tem a frequência. Mas faltava inteligência. Literalmente. Até pouco tempo atrás, o desafio era extrair atributos dendrométricos confiáveis de imagens ópticas. Agora, com IA, essa história mudou. A floresta virou dado. O dado virou modelo. E o modelo virou inventário (quase pronto). Na Forestoken, a gente gosta de fazer o difícil parecer simples (mas sem enganar ninguém). Por isso, unimos forças com: Estamos desenvolvendo um modelo híbrido, que combina: E os primeiros resultados são animadores: Quer testar com a gente? Estamos finalizando os testes internos e nos preparando para levar essa metodologia ao mercado. Se a sua empresa quer: Entre em contato. Vamos te colocar entre os primeiros a experimentar o novo padrão de inventário florestal inteligente do Brasil.
Se já dá pra tokenizar o sol, por que não a floresta?


Semana passada, a startup IPE Assets, em parceria com a TAB Energia, anunciou a tokenização de usinas solares. Com apenas R$ 100, qualquer pessoa pode se tornar sócia da geração de energia limpa — tudo via blockchain e smart contracts (fonte: Economia SP, 15/05/2025). A energia virou token. E funciona. Porque há estrutura: a usina existe, a produção é medida, o contrato é digital. O token tem lastro, execução automática e rastreabilidade. Isso abre mercado e acesso a capital. Agora, e a floresta? O setor florestal movimenta bilhões. Mas os contratos são frágeis, a rastreabilidade é falha e a informalidade trava o crédito. A floresta não acessa capital — não por falta de valor, mas por falta de infraestrutura. É por isso que estamos desenvolvendo o ForestChain, da ForesToken: uma solução que usa blockchain, contratos digitais e inteligência artificial para estruturar o mercado florestal com dados confiáveis, rastreabilidade e automação real. Antes da floresta virar ativo, ela precisa virar dado. E o contrato precisa sair da gaveta. Se já conseguimos tokenizar o sol, tá mais do que na hora de organizar o chão. Rodrigo de Almeida CEO & Founder | Especialista de Mercado Florestal – Blockchain e AI Siga-me: @rodrigo_forestoken (Instagram, Facebook, LinkedIn)
A IA vai acabar com tudo? Só se for com a desorganização…


Na semana passada, enquanto eu tentava explicar para um cliente rural como a IA pode sugerir o melhor talhão para colheita, Daniel Kokotajlo publicava uma linha do tempo que prevê o fim da civilização mais ou menos para… dezembro de 2027. Sim, temos dois anos até a IA superar engenheiros, pesquisadores e tomar decisões com autonomia absoluta. Isso se não nos enganar antes, como num filme de espião em Silicon Valley. Segundo o relatório AI 2027, essa seria a sequência: Fonte: ai-2027.com A visão catastrofista — Kokotajlo e os profetas da singularidade Daniel Kokotajlo não está sozinho nessa linha. Ele segue a trilha de pensadores como: O ponto comum entre eles: a ideia de que a IA vai evoluir mais rápido do que conseguimos reagir. E que os próximos saltos não serão incrementais, mas transformacionais. O contraponto — Nem todo mundo acha que vamos sumir Felizmente, há quem pise no freio — com boas razões. E, do ponto de vista técnico: LLMs como GPT-4 não têm objetivos próprios. Eles operam por predição estatística, não por intenção. Não existe agency autônoma. Ainda. Minha visão — Um olhar realista sobre o que vem aí… A verdade, como em quase tudo, está no meio. Subestimar a IA é ingênuo. Superestimar é ineficiente. Tecnologia precisa de debate, mas também de aplicação prática e ética no presente. Aqui na Forestoken, a IA não está tentando dominar o mundo — ela está ajudando consultores e gestores a tomar decisões mais inteligentes sobre florestas reais, contratos reais, mapas reais. Nossa IA, a Arbor, já: Ela não tem ego, nem agenda. Só dados e contexto. O que a gente deveria temer de verdade? Talvez o risco maior não seja a IA nos destruir. Talvez seja a gente ignorar como ela pode ajudar agora — e deixar decisões florestais, jurídicas e ambientais na mão de planilhas mal feitas, documentos genéricos e suposições desatualizadas. A singularidade pode vir. Mas, por enquanto, ela ainda pede ajuda pra abrir um PDF com sobreposição de APP.
Você Ainda Decide com Base em Planilhas? O Gestor do Futuro Usa IA


Imagine o seguinte cenário: é uma segunda-feira de 2027. Antes mesmo de sair para a propriedade, você já recebeu do seu assistente de IA um resumo das últimas imagens de satélite, previsões climáticas atualizadas, alertas de risco ambiental e uma sugestão de rota otimizada para as frentes de colheita. Isso não é ficção. Essa é a direção para onde o mercado florestal está indo. E no centro dessa transformação, está o novo gestor florestal: mais analítico, mais conectado, mais estratégico. A IA não substituirá gestores. Ela os fortalecerá. A liderança florestal de 2025 não é mais definida pela presença constante no campo ou pela quantidade de planilhas revisadas. O novo gestor atua como um condutor de sistemas, unindo experiência prática com a capacidade analítica da inteligência artificial. Ele é responsável por: Benefícios da IA na gestão florestal: por que isso está crescendo agora? 5 aplicações da IA que já impactam a base florestal O diferencial humano: interpretação, contexto e liderança Por mais avançada que a IA se torne, ela ainda não substitui o discernimento humano. São os gestores que: A IA não substitui esse papel. Ela amplia a capacidade de quem já lidera. O ForestGIS e o agente Arbor: a IA no centro da gestão florestal A partir do segundo semestre de 2025, o ForestGIS começa a incorporar de forma nativa o Arbor, seu primeiro agente inteligente. Com o Arbor, gestores poderão interagir com o sistema em linguagem natural, solicitar relatórios, revisar talhões, detectar inconsistências e obter sugestões operacionais baseadas em IA. Estamos entrando em uma nova era: onde a inteligência da floresta se une à inteligência artificial. O gestor florestal do futuro não será substituído pela IA. Ele será reconhecido por saber usá-la melhor do que os outros.
Blockchain e Segurança no Mercado Florestal: como aproximar a floresta do mercado financeiro com confiança e tecnologia


Com a expansão da tokenização de ativos e o uso crescente de blockchain em diversos setores, surge uma questão essencial para o mercado florestal: como garantir segurança, integridade e rastreabilidade nas transações de compra e venda de madeira e contratos fundiários? A resposta passa pelo uso de blockchain permissionada, aliada a soluções robustas de infraestrutura digital, capaz de garantir confiança operacional, integridade contratual e rastreabilidade em escala. O desafio da segurança no mercado primário florestal O mercado florestal brasileiro movimenta mais de R$ 100 bilhões por ano (IBÁ, 2023), mas ainda enfrenta: Segundo relatório da PwC (2024), 67% dos investidores institucionais consideram a falta de garantias estruturadas e de mecanismos de compliance como principal barreira para financiar ativos florestais. Ao mesmo tempo, o estudo “Blockchain Security Solutions Market” (Verified Market Reports, 2025) estima que o mercado global de soluções de segurança em blockchain deve atingir US$ 12,5 bilhões até 2033, crescendo a um CAGR de 16,8%. Blockchain permissionada: segurança sem risco regulatório Diferente de blockchains públicas com tokens especulativos, uma blockchain permissionada — como as redes baseadas em Hyperledger Besu — permite: Essas características possibilitam uma infraestrutura de confiança sem enquadrar os tokens como valores mobiliários — evitando conflitos com normativas da CVM. O que a segurança blockchain protege no setor florestal? Impactos práticos: conectando floresta e capital com confiança Soluções baseadas em blockchain permitem: Conclusão: segurança é o que libera escala Em um setor com alta complexidade fundiária e riscos ambientais, a segurança das transações não é apenas uma exigência técnica — é a base para ampliar o acesso a capital. ForestChain: o primeiro software para negociação segura e inteligente no mercado florestal ForestChain: Em um setor com alta complexidade fundiária, operacional e riscos ambientais, a segurança das transações não é apenas uma exigência técnica — é a base para ampliar o acesso a capital. A Forestoken está desenvolvendo o ForestChain, o primeiro sistema de negociação inteligente para o mercado florestal, com lançamento previsto para julho de 2025, que promete ser a ponte entre o mercado florestal e o mercado financeiro. Estamos em busca de early adopters — indústrias, compradores ou gestores florestais que queiram participar desta construção e terão acesso a condições exclusivas no primeiro ano de uso. Porque não basta tokenizar. É preciso proteger. E só com segurança, a floresta vira ativo com valor real.
IA no espaço, agentes na Terra — o futuro da IA não está (só) nos modelos, mas nos negócios


Na última semana a China lançou ao espaço uma constelação de satélites equipados com supercomputadores de IA. Isso mesmo: IA rodando fora do planeta, processando dados diretamente em órbita, sem depender de download para a Terra. Bonito, ambicioso, e com um recado claro: o valor da IA está migrando para onde ela atua — não só onde ela responde. Enquanto o hype ainda gira em torno de quem tem mais parâmetros ou quem treinou o modelo mais “multi alguma coisa”, o que está realmente mudando o jogo é a capacidade de integrar IA em processos reais, conectada ao mundo físico e aos fluxos de negócio. Estamos saindo da era do prompt, e entrando na era da IA operacional. IA que não só entende o que você diz, mas que sabe o que precisa ser feito antes de você falar. IA que não fica na tela, mas atua no seu sistema, seu contrato, seu workflow, sua empresa. Isso tem implicações profundas para os negócios: Empresas que entenderem isso antes vão deixar de “testar IA” e começar a produzir valor com IA. Aqui na ForesToken S.A., já estamos operando assim. Se quiser saber como colocamos IA para trabalhar de verdade, conectada a contratos, mapas, escrows e compliance, me chama ou aperte o botão aí do lado. Te mostro em 30 minutos como fazemos isso com o EyeForest e seus módulos. O futuro não será dos maiores modelos — será dos melhores operadores. ForestChain: o primeiro software para negociação segura e inteligente no mercado florestal ForestChain: Em um setor com alta complexidade fundiária, operacional e riscos ambientais, a segurança das transações não é apenas uma exigência técnica — é a base para ampliar o acesso a capital. A Forestoken está desenvolvendo o ForestChain, o primeiro sistema de negociação inteligente para o mercado florestal, com lançamento previsto para julho de 2025, que promete ser a ponte entre o mercado florestal e o mercado financeiro. Estamos em busca de early adopters — indústrias, compradores ou gestores florestais que queiram participar desta construção e terão acesso a condições exclusivas no primeiro ano de uso. Porque não basta tokenizar. É preciso proteger. E só com segurança, a floresta vira ativo com valor real. Se ficou interessado, Você já pode ser um dos primeiros a testar nosso sistema! Me chame aqui no Linkedin e marcamos uma conversa. Faça parte do nosso ecossistema digital. 🚀